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CÂNCER DE PELE

Por Unit Team
Fotos Divulgação

O câncer de pele é a grande preocupação das pessoas, especialmente daqueles indivíduos de pele mais clara. Esse é o tipo mais frequente de câncer, entretanto, quando detectado precocemente, apresenta grandes chances de cura. Os principais fatores de risco relacionados ao desenvolvimento do câncer de pele são: exposição a arsênico, à radiação ionizante, a processos irritativos crônicos, a alguns tipos de doenças e, principalmente, a exposição aos raios ultravioletas do sol. Aparece mais comumente em indivíduos com mais de 40 anos, de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares ou portadores de doenças de pele prévias. As pessoas negras apresentam câncer de pele nas palmas das mãos e nas plantas dos pés.

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Existem, basicamente, três tipos de câncer de pele:

• Carcinoma Basocelular: é o câncer de pele mais frequente, e, felizmente, o menos agressivo, já que apresenta, na grande maioria das vezes, crescimento lento e não dissemina para os outros órgãos do corpo. É mais frequente após os 40 anos de idade e apresenta relação direta com a exposição cumulativa ao sol. Aparece, principalmente, na face, iniciando-se como lesão consistente, pequena, rosa ou translúcida (perolado), lisa e brilhante. Pode formar uma ferida ou apresentar sangramento, com consequente formação de uma casca que o recobre. Em raros casos, pode assumir uma característica mais agressiva e invadir os tecidos abaixo dele. Deve ser tratado cirurgicamente na maioria das vezes, mas alternativas são a criocirurgia, a cauterização química ou a radioterapia. O tratamento precoce leva à cura na maior parte das ocasiões.

• Carcinoma Espinocelular: é um tumor maligno que pode surgir em regiões sadias da pele ou previamente acometidas por algum processo crônico (cicatrizes de queimaduras antigas, feridas, lesões por exposição ao sol). Apresenta um crescimento mais rápido que o basocelular, atingindo a pele e as mucosas e, se não tratado precocemente, pode disseminar para outros órgãos. São lesões inicialmente pequenas, endurecidas, com crescimento rápido, podendo formar lesões elevadas e vegetantes ("em couve-flor"), sendo frequente a formação de feridas e o sangramento. Acomete, principalmente, a face e os membros superiores. O tratamento é cirúrgico com retirada completa da lesão, devendo ser realizado o mais precocemente possível.

• Melanoma Maligno: é o de pior prognóstico, já que seu potencial de disseminar para outros órgãos é muito grande. Pode originar-se de áreas de pele sadia ou, então, com lesões pré-existentes (nervos melanocíticos, entre outros). É mais frequente em pessoas de pele clara e pode surgir em áreas não expostas ao sol, embora seja mais comum naquelas expostas. A lesão inicia-se como mancha escura que aumenta de tamanho, apresenta alteração de coloração, surgimento de pontos pigmentados próximos à lesão, formação de ferida, sangramento, coceira ou sinais de inflamação. Quando a lesão começa a ficar levada, significa que o melanoma está crescendo em profundidade também, quanto mais profundo, mais grave é a doença. O tratamento é eminentemente cirúrgico e deve ser realizado o mais precocemente possível, já que, quando esse câncer se dissemina para outros órgãos, é praticamente incurável.
Vemos, portanto, a importância do diagnóstico precoce, por isso, caso apareça alguma lesão de pele que vem apresentando mudanças de características, procure imediatamente um dermatologista para avaliação. Outro ponto não menos importante é a prevenção, devendo-se estar atento a:

• Usar sempre protetor solar, fator igual ou superior a 15, reaplicando-o periodicamente a cada 30 minutos ou após mergulho ou transpiração excessiva;
• Usar de chapéus, bonés, viseiras;
• Evitar exposição ao sol no período entre 10 e 16 horas;
• Como a grande maioria dos cânceres de pele localiza-se na face, proteja-a sempre;
• Procurar um dermatologista periodicamente para acompanhamento, especialmente se forem notadas alterações em lesões pré-existentes;
Lembre-se: não tenha medo e procure o dermatologista sempre que apresentar uma lesão suspeita. O câncer de pele tem tratamento e pode ser curado, especialmente com o diagnóstico precoce.

Fonte www.boasaude.uol.com.br

 
 
 
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