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LIVRO BOM PARA CACHORRO


Por Renata Scarpa

Fotos Regina Motta www.fotopatas.com.br

Em uma de minhas andanças pelas livrarias de São Paulo, deparei-me com o livro “BOM PARA CACHORRO” Qualidade de vida para o seu cão. Em cada página lida, impressionou-me a quantidade de coisas que até já sabemos, mas, muitas vezes, esquecemo-nos de colocar em prática e que acabam por proporcionar uma vida mais feliz e saudável para o nosso amigo.

Só mesmo a sensibilidade da Dra. Regina Reingantz Motta, médica veterinária e apaixonada por cachorros, poderia produzir um manual de como tratar bem o seu cão e também com tudo o que você precisa saber para dar o melhor tratamento para ele.
É uma leitura obrigatória para os amantes de cachorros, com passagens muito engraçadas, como o último capítulo, que traz preciosidades como conhecidos ditados e curiosidades, complementados com uma pitada de humor e um puxão de orelhas para aqueles, como eu, que tratam seus cachorros como verdadeiros “filhos”.

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Abaixo, segue uma pequena amostra do que você vai encontrar neste excelente livro.

“Já vai longe o tempo em que podíamos utilizar com propriedade a expressão “levar uma vida de cão”. Certamente, não vivi naquela época, já que desde que me conheço por gente os cães sempre mereceram tratamento vip em nossa sociedade.”
“Não sei como é a cara de um ‘cão chupando manga’ extraída de outro dito popular: ‘É mais feio que cão chupando manga’! Não conheço cães feios.”
“A verdade é que não me atreveria a entrar no ‘mato sem cachorro’ e nem atravessar uma existência sem ter compartilhado uma boa parte dela com um cão. Viver sem ter tido a companhia de um cachorro deve ser pior que ‘ir a Roma e não ver o papa’.
“Atualmente, é difícil estabelecer se somos nós que cuidamos deles ou se são eles, os cachorros, que cuidam de nós. Os cães melhoram e muito a nossa qualidade de vida. Desde a época em que se ‘amarrava cão com lingüiça’, eles nos ajudavam a caçar, guardavam nossas propriedades e cuidavam de nossos rebanhos. Como muita coisa mudou em nossa sociedade, eles também se adaptaram aos novos tempos. Logo perceberam que somos uma população de carentes e trataram rapidamente de especializar-se no assunto.”
“Sedutores por natureza, sabem exatamente como inundar as pessoas de afeto e carinho, criando elos sentimentais surpreendentes. E é assim que tudo ou quase tudo é permitido a eles. Dormem em nossas camas, transitam livremente pela casa e gastam o nosso dinheiro. Eles realmente fazem parte da família.”
“Acredito que qualidade de vida se refere a isso. Permitir que cachorros sejam cachorros, não os privando de expressar e vivenciar seus instintos básicos por intermédio de uma relação de respeito, cuidados e carinhos mútuos. A saúde física e mental depende desse equilíbrio em que cães admiram seres humanos e seres humanos admiram cães. A natureza fez assim. Para que mudar?”

A cada página lida, fui me identificando cada vez mais como dona destes “filhos”, e é quando a autora me fez lembrar de que para amar e fazer um cão feliz não precisa transformá-lo num ser híbrido, meio cachorro, meio gente.

renata@scarpa.com.br

 

 
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